Como as pedras do caminho podem lhe ajudar a encontrar o caminho das pedras para sua transição

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Sabe aquela sensação de só saber que do jeito que está não dá para continuar? Quando nos sentimos totalmente perdidas, sem saber qual caminho seguir, muito menos o porquê de querermos uma mudança? Pois bem. É uma baita angústia. Eu sei. Mas saiba que por mais que lhe pareça estranho, olhar para as suas dores e incômodos é justamente o que vai ajudar a transmutar o desconforto.

Quanto mais você tem clareza do que não quer, mais claro fica o que você precisa fazer pra mudar. E isso porque as nossas dores e incômodos manifestam um caminho a seguir. Então se você está começando seu processo de transição, uma forma de buscar aquilo que faz sentido é sanar as suas dores, cuidando daquilo que está desconfortável, o que fará com que você siga adiante, para um lugar que dialogue com seu interior. Por isso, levar suas dores em consideração é fundamental para montar seu plano de chegada em um trabalho com significado.

E atenção: cuidado para não se autossabotar nesse caminho, pensando coisas como “Puxa! Não sei para onde ir, não sei que trabalho quero ter e, portanto, eu não vou me mexer. Não troco o certo pelo duvidoso.” 

O jeito de trocar o certo pelo incerto é trazendo um chão firme para aquele lugar que você quer começar a ocupar, ou seja, tornando o desconhecido mais conhecido. E esse processo pode acontecer com calma se você for sanando os seus incômodos. Torne-se aliada daquilo que lhe incomoda, pois isso é o pontapé para sua mudança.

Procurar sanar seus incômodos vai lhe ajudar a entender camadas mais profundas do que você precisa olhar, como por exemplo, as seguintes situações: 

  1. Não suporto onde estou. É um ambiente tóxico e as pessoas que eu me relaciono também não me fazem bem. 
  2. Eu não tenho tempo para mim e isso me incomoda. Eu trabalho o dia inteiro com uma coisa que eu não gosto, e me deprime ter que ir trabalhar só porque eu preciso ganhar dinheiro. Não gosto da forma que eu trabalho. Eu preciso de mais tempo pra mim.

Agora que pontuamos as dores, vamos procurar possíveis saídas a partir de algumas reflexões.

Como é que você poderia buscar fazer exatamente o que você faz em outro ambiente? E seria possível encontrar algo que não ocupe o seu dia inteiro? E aqui podemos reformular o que seria um “dia inteiro”. É possível mudar de 8h às 20h, para algo como das 10h às 18h? Veja que assim você já ganha três horas do seu dia para construir esse seu novo caminho

Feita essa mudança, é fundamental ficar alerta, já que ao encontrar um lugar mais confortável, com mais tempo, você se sentirá como se tivesse ganho um sobrevida, no entanto, não pode deixar de continuar sua busca por aquilo que lhe move verdadeiramente. Procure manter o foco, usando o tempo e a energia que você conseguiu. Em um novo emprego você se sentirá mais energizada, mas precisa ficar alerta para não voltar à angústia dali a três, seis meses, um ano, por ainda estar trabalhando em um lugar que não faz sentido.

Resumindo, ao se ver neste lugar de insatisfação, liste aquilo que lhe desagrada, entenda cada ponto, começando por aquilo que mais lhe incomoda, até que você tenha um plano para fazer a mudança.

E uma vez que você está se sentindo mais motivada e livre, na verdade, ao conseguir se organizar para priorizar o seu processo de transição, você começará a ter mais clareza de quais são os passos e, dessa forma, começará a fatiar os objetivos da sua transição e chegar em um lugar que faz mais sentido, naquela caminhada onde cada passo lhe retroalimenta para que você permaneça até chegar lá. 

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