O empreendedorismo ressignifica os nossos caminhos profissionais

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Empreender, para mim, transborda o trabalho: é um estilo de vida que a gente decide viver.
Penso no trabalho como algo que nós exercemos no mundo, como uma ferramenta por meio da qual a gente consegue se transformar e transformar o nosso redor .

A forma como existimos enquanto “pessoa que trabalha” é uma forma de estar viva no mundo. Por isso, não acredito em carreiras lineares. Apesar de nascermos e sermos criadas para ter uma única profissão, eu acredito que esse conceito se tornará obsoleto.

Deixo aqui, de imediato, uma reflexão: você é linear?

Mais do que “ser” uma profissão e “ocupar” um cargo, nós vamos “estar” em uma profissão para poder “ser” no trabalho. É disso também que se trata o empreendedorismo: a escolha de como ser e estar.Quando a gente empreende a própria vida, a gente vira CEO da nossa própria biografia, da nossa história, certamente a empresa mais importante.

Escolher o empreendedorismo como eu acredito, como filosofia de vida, é uma forma de enxergar a lente de viver a vida como protagonista, tomar as rédeas da própria vida com escolhas conscientes.

Cada vez mais, haverá atividades que rumam a um mesmo propósito, de modo que possamos nos entregar e estar a serviço do nosso propósito; a partir das nossas diversas facetas que se manifestam em atividades infinitas; a partir dos nossos talentos e das nossas habilidades.

O trabalho precisa ter significado: ou o que atribuímos a ele ou seu papel de resolver problemas reais no mundo. E de pouquinho em pouquinho, mudar o mundo.

O que quer que seja, não fazer apenas por dinheiro, mas para melhorar a nossa vida. Por isso, ajudar as pessoas é a premissa do trabalho.

Muitas vezes, coachees falam para mim que já sabem o que querem fazer: ajudar pessoas. Eu pergunto a elas: QUAL É O PRÓXIMO PASSO?

Agora, pergunto a você: qual seu próximo passo?

O caminhar no trabalho é orgânico: um passo depende do outro. É importante olharmos para dois extremos, o curtíssimo prazo, no qual eu trabalho, me debruço e me organizo; e o longuíssimo prazo, porque a partir de um passo, o caminho se abre e pode ser construído. Um planejamento de médio prazo muitas vezes pode enrijecer o nosso caminhar, não nos ancora no “agora” e não projeta para nós o mundo que estamos buscando.

Nesse sentido, é mais importante “planejar” o que queremos sentir em vez do que queremos fazer. E, dessa forma, caminhar com um “termômetro do sentir” e fazer o que nos move em sentido ao que faz sentido.

Para qual direção você está indo?

Uma forma que eu gosto de olhar para as nossas iniciativas no mundo, ou seja, a forma que manifestamos, idealizamos e realizamos nossos projetos é uma forma integral, COMO UM SER HUMANO. Os projetos são vivos por si só, apesar de serem feitos por pessoas. Só podem ser assim, diante das premissas abrir os nossos caminhos, ajudar as pessoas, e mudar um pouquinho o mundo.

Está buscando um caminho no empreendedorismo? Conte comigo.

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